1994-97
NADAR
FOTOGRAFIA
Período: 27 de janeiro a 6 de março de 1994.
A contribuição do francês Gaspar Félix Tournachon
& Maillet, consagrado sob o pseudônimo de Nadar, influenciou fortemente
a abordagem contemporânea do retrato. Isto porque foi ele o primeiro a
alertar para a necessidade de uma concepção psicológica
do retrato, capaz de transcender os meros problemas técnicos inerentes
à prática da fotografia para penetrar na psique do modelo, de
modo a oferecer seu mais justo retrato - um retrato que não se detenha
apenas sobre o aspecto físico.
GIACOMETTI
GRAVURAS - ACERVO DA GALERIE MAEGHT DE PARIS
Período: 17 de março a 24 de abril de 1994.
Exposição de gravuras e esculturas de Alberto Giacometti acompanhada
de mostra paralela de filmes sobre arte moderna focalizando Picasso, Chagall,
Giacometti, Braque e outros.
GISÈLE FREUND - ITINERÁRIOS
FÓRUM BRASILEIRO DE FOTOGRAFIA
Período: 5 a 29 de maio de 1994.
Mostra retrospectiva de Gisèle Freund, a grande dama da fotografia francesa
do século XX, apresentando 50 fotos da América Latina nos anos
40 e 50, da efervescente Paris do pós-guerra e dos vibrantes anos 60
e 70.
O DIA "D"
CINQUENTENÁRIO DA LIBERTAÇÃO (1944-1994)
MOSTRA DE VÍDEOS "IMAGENS DA GUERRA"
Período: 6 a 26 de junho de 1994.
50º aniversário do desembarque na Normandia e libertação
da Europa Ocidental, durante a 2º Guerra Mundial.
LEITMOTIV - VALÉRIA COSTA PINTO
ESCULTURAS DE PAPEL
Período: 9 de junho a 30 de julho de 1994.
Valéria Costa Pinto utiliza o papel de maneira inesperada criando esculturas
dinâmicas que parecem flutuar.
À SUA IMAGEM
INSTALAÇÃO FOTOGRÁFICA DE ALESSANDRA PINHEIRO
TRILHA SONORA DE JOÃO NABUCO
Período: 26 a 31 de julho de 1994.
"À SUA IMAGEM" foi uma instalação fotográfica
que apelou aos sentidos, aos sons, luzes e objetos na intenção
de diálogo com o público.
MOSTRA ATLANTIC JULIO CORTÁZAR
Período: 19 de agosto a 11 de setembro de 1994.
Homenagem aos 80 anos do escritor argentino. Lançamento do livro "As
Armas Secretas", Mostra de Fotos a Caricaturas, Shows de Jazz, Tango e
Bandoneón, Mesa-Redonda e Vídeos.
SARTRE
FOTOGRAFADO POR ANTANAS SUTKUS
Período: 1º a 20 de setembro de 1994.
Exposição de fotos do filósofo Jean Paul Sartre por Antanas
Sutkus, um dos mais importantes fotógrafos da Lituânia. Sutkus
liderou a Associação dos Fotógrafos Lituanos na época
em que o contato com os ocidentais era ainda menos aceito que a afirmação
de diferenças nacionais.
VISÕES DO RIO
PINTURAS
Período: 22 de novembro a 16 de janeiro de 1995.
Exposição de obras que revelam o olhar estrangeiro sobre a cidade,
num tempo compartimentado entre o desejo de identidade com a Europa e a grandeza
das Américas. Além de trabalhos de artistas brasileiros que, após
estudos na Europa, manifestaram em suas pinturas formas particulares de expressão
da luz, das cores, dos volumes e do ritmo.
Administração Stella Goulart Marinho
Período: 01/01/95 a 23/10/95
A REPRODUÇÃO DA DIFERENÇA/SINAIS PROVISÓRIOS
PINTURAS DE MARCIA ROSEFELT
Período: 8 de março a 8 de abril de 1995.
Este trabalho carrega vários significados: levanta questões simultâneas
sobre diferença cultural, social e sexual, identidade, replicação
tecnológica e subdesenvolvimento econômico. Foi feito como uma
resposta aos discursos sobre a representação do "Outro"
cultural e racial, lida com o problema de imigrantes do terceiro mundo trabalhando
como serventes no primeiro mundo e com a condição da doméstica
no terceiro mundo.
EMMANUELLE BERNARD
FOTOGRAFIAS
Período: 14 de março a 9 de abril de 1995.
Exposição de fotos da artista nascida em Nice e radicada no Brasil
deste 1992. Emmanuelle pesquisa a fotografia de cinema.
MIRÓ
GRAVURAS
Período: 25 de abril a 28 de maio de 1995.
Exposição de 51 águas-fortes e litografias do artista catalão
falecido em 1983, pertencentes ao acervo da Galeria Maeght, na França.
Segundo Paulo Sérgio Duarte, Miró é uma das raras exceções
entre os surrealistas, que incorpora de modo radical as conquistas modernas
e toda sua obra pictórica sempre se reafirma como uma pintura planar.
PANCHO
CHARGE
Período: 4 a 28 de maio de 1995.
Exposição do chargista político Pancho, colaborador do
Le Monde, além de várias publicações inglesas e
italianas.
"Usa com maestria o crayon, que caracteriza os principais chargistas americanos
e europeus, dando peso e volume à composição. Mas conserva
a picardia e o traço ágil dos sul-americanos, Uma mistura na medida
perfeita das duas escolas. " (Jaguar)
FONTES DE ARTE - ESTÁTUAS E CHAFARIZES FRANCESES NO RIO DE JANEIRO
Período: 20 de junho a 30 de julho de 1995.
Exposição de estátuas e chafarizes franceses das fundições
de Val D' Osne, que se encontram em parques e residências no Rio de Janeiro.
Estas obras "haut-marnaises" (região de Champagne, na França)
são registros de outros tempos, quando a velocidade da vida cotidiana
permitia que as pessoas parassem, contemplassem demoradamente e se deliciassem
com as fontes, chafarizes e estátuas de nossas praças e parques
públicos.
ADRIANO DE AQUINO
PINTURAS
Período: 23 de junho a 30 de julho de 1995.
ANDRÉ DERAIN
DESENHOS
Período: 8 de agosto a 17 de setembro de 1995.
"Uma exposição de desenhos é, quase sempre, uma excelente
introdução à obra de um pintor. Mas apenas a introdução,
não mais que isso. Não podemos nos esquecer, sobretudo no caso
de Derain, que o desenho nos prepara para a obra da mesma forma que o artista
o utilizava, freqüentemente, como um estudo preparatório".
(Paulo Sergio Duarte)
CARLOS FREIRE "PORTRAITS"
FOTOGRAFIAS
Período: 8 de agosto a 17 de setembro de 1995.
Retratos de personalidades mundiais vistas através da lente de Carlos
Freire, fotógrafo brasileiro radicado em Paris.
DIÔ VIANA
GRAVURAS
Período: 15 de agosto a 17 de setembro de 1995.
Mostra de gravuras do artista.
FRANS KRAJCBERG - "NAS TRILHAS DA GRANDE MÃE"
ESCULTURAS
Período: 28 de setembro a 29 de outubro de 1995.
Exposição de esculturas e fotos de Frans Krajcberg que revelaram
o compromisso do artista com a natureza.
Administração Claudia Zarvos (interina)
Período: 23/10/95 a 19/08/96
RESENDE VEM AO RIO
Período: 10 a 29 de outubro de 1995.
Exposição de parte do acervo do Museu de Arte Moderna de Resende
(RJ), além de obras de alguns artistas locais.
OS ARTISTAS, OS MOVIMENTOS
Período: 1º a 29 de novembro de 1995.
"Novo-Realismo, Supports-Surfaces, Fluxus, Arman ou César, Viallat,
Cane, Ben, Dupuy, Sosno e Chubac, estes artistas e movimentos pertencem à
Modernidade pela radicalidade de suas atitudes diante da arte. Eles transformaram
a natureza da relação do artista com sua obra. Não é
mais a expressão do criador que aí se projeta. Eles se distanciam.
Mostram o mundo e as coisas. Aproximando a obra do público, de alguma
maneira desmistificando-a, esses artistas certamente desejaram que todos os
homens se tornassem criadores e, antes de tudo, criadores da própria
vida. A honra desses artistas será a de ter realçado esse desafio."
(Edouard Valdman)
WALTON HOFFMANN - MEMORY GAMES
PINTURAS
Período: 14 de novembro a 10 de dezembro de 1995.
"A pintura de Walton Hoffmann se apresenta como um mosaico de suas fontes,
como um tecido confuso de símbolos, como uma rede de estímulos
vários e pulsantes, coincide com a própria realidade onde se inscreve,
com a contingência de seu tempo." (Ligia Canongia)
ANGELA BOSCO
"A COMMEDIA DELL ART E O CARNAVAL CARIOCA"
ESCULTURAS DE PAPEL MACHÊ E ARAME
Período: 16 de novembro a 9 de dezembro de 1995.
MIGUEL PACHÁ
PINTURAS
Período: 13 dezembro de 1995 a 21 de janeiro de 1996.
ULISSES "A CARA DO CINEMA"
CARICATURAS
Período: 14 de dezembro de 1995 a 21 de janeiro de 1996.
Caricaturas de artistas famosos do cinema nacional e internacional executadas
por Ulisses Araujo.
BAHIA - RIO SÃO FRANCISCO, RECÔNCAVO E SALVADOR
FOTOGRAFIAS DE MARCEL GAUTHEROT
Período: 18 de dezembro de 1995 a 21 de janeiro de 1996.
Exposição de fotos das décadas de 40 e 50 de autoria de
Marcel Gautherot, francês radicado no Brasil.
JOANA D'ARC
PINTURAS DE CRISTINA OITICICA
Período: 30 de janeiro a 16 de fevereiro de 1996.
ESTUDOS DE ELISEU VISCONTI
Período: março de 1996.
Pintor, decorador e desenhista é, segundo alguns estudiosos, considerado
o precursor do design no Brasil.
O BRASIL DE HOJE NO ESPELHO DO SÉCULO XIX
ARTISTAS ALEMÃES E BRASILEIROS REFAZEM A EXPEDIÇÃO
LANGSDORFF
PINTURAS
Período: 16 de abril a 12 de maio de 1996.
Participaram da exposição Carlos Vergara e José Fujocka
Neto, do Brasil; Olaf Nicolai, da Alemanha; Anatoli Juravlev, artista russo
radicado na Alemanha; e Michael Fahres, compositor alemão radicado na
Holanda que apresentou uma instalação e desenhos inspirados na
"Zoophonia" de Hércules Florence.
Administração João Maurício de Araújo Pinho
Período: 20/08/96 a 30/12/98
NIKI DE SAINT PHALLE
ESCULTURAS
Período: 8 a 26 de janeiro de 1997.
Bichos, personagens mitológicos, figuras diabólicas e matronas
sensuais formam as 40 esculturas (a maioria em resina e poliéster) e
as 47 obras gráficas apresentadas na Casa França-Brasil. A escultora
retrata com ironia peculiar e mordaz as formas femininas.
CÍCERO DIAS 90 ANOS - OITO DÉCADAS DE PINTURA
RETROSPECTIVA COM 90 TRABALHOS DE CÍCERO DIAS
Período: 10 de abril a 25 de maio de 1997.
"Cícero expressa tanto o modernismo, quanto a Escola de Paris. Poderíamos
até dizer que Cícero Dias é "cosmopolitamente"
provinciano. Foi onírico, surrealista, antes de todos, impregnado de
sentimentos permanentes e das tradições da vida brasileira. Por
isso mesmo, já em 1970, Gilberto Freyre o chamava de pós-moderno.
Arrojadamente moderno de sentido tradicionalista." (Joaquim Falcão)
AKI KURODA
Período: junho de 1997.
Graças a sua grande capacidade multidisciplinar e a seu desejo de se
abrir a diferentes manifestações da cultura, Kuroda dedica-se
a inúmeras atividades além da pintura. Instalações,
cenários de balé e teatro, cartazes, ilustração
de livros de escritores contemporâneos, como Marguerithe Duras, e a direção
de uma premiada revista de arte, são algumas formas de expressão
por ele utilizadas.
VIZINHOS
FOTOGRAFIAS DE CLAUDIA GARCIA
Período: 13 de junho a 6 de julho de 1997.
As fotos cercam um tema único, repetido, que se reflete na quantidade
de janelas para a direita, para a esquerda, para cima e para baixo e, em especial,
do antes para o depois. O fluxo dos finados. O fluxo do tempo, imóvel.
A vertigem do tempo e a eternidade, inexoráveis. Companheiros de viagem.
IRACEMA BARBOSA DE ALMEIDA
ESCULTURAS
Período: 13 de junho a 6 de julho de 1997.
ISABEL SODRÉ
DESENHOS E PINTURAS
Período: 10 de julho a 3 de agosto de 1997.
Vermelho, azul e amarelo. As cores escondem emoções e movimentos
nas telas-transparências de Isabel Sodré. E o que sobressai são
os traços originais que vão se impondo no processo de criação
e se transformando em início, meio e fim, não necessariamente
nesta ordem, ao ponto de, na obra finalizada, tornarem-se apenas detalhes.
FÉ E CRIAÇÃO
SANTA TERESINHA DE LISIEUX - CENTENÁRIO
Período: 13 de agosto a 5 de outubro de 1997.
No Brasil, os Carmelitas, Calçados e Descalços, se encontram desde
o início da nossa história. Os Carmelitas Calçados ou da
antiga Observância vieram para o Brasil em 1580, estabelecendo-se em Olinda
- Pernambuco. A partir desta primeira fundação, seguiram-se as
fundações de Salvador (1586), Santos (1589) e o convento da Lapa
no Rio de Janeiro, em 1590.
IDENTIDADE - CAIO MOURÃO
ESCULTURAS
Período: 10 de julho a 3 de agosto de 1997.
ANTONIO HENRIQUE AMARAL - OBRA RECENTE
PINTURAS
Período: 16 de outubro a 30 de novembro de 1997.
A condição dominante em sua pintura é a sensualidade matizada
de ironia. Ancorada na cor tropical, na intumescência das formas, num
certo barbarismo que impregna o natural e o fabricado, o privado e o público
em gozos e sofrimentos, a obra de Amaral se alimenta da urgência do artista
em projetar sua experiência existencial no âmbito da cultura.
SYMPHONY IN RED, BLUE AND BLACK
PINTURAS
Período: 17 de novembro a 17 de dezembro de 1997.
Pinturas monocromáticas de Bette Paiva Kalache realizadas em têmpera
sobre "felt paper".
TOMIE OHTAKE
Período: 20 de novembro a 20 de dezembro de 1997.
Exposição de gravuras em grande formato.
ARTE POPULAR BRASILEIRA - MUSEU CASA DO PONTAL
Período: 10 dezembro de 1997 a 1º de fevereiro de 1998.
Criadas a partir de materiais variados, como a madeira, o barro, o ferro, areias,
entre outros, o acervo do Museu Casa do Pontal também apresenta formas,
estilos, cores e técnicas diversificadas. É justamente esta pluralidade
de expressões visuais que, no seu conjunto, constitui o que se convencionou
chamar de Arte Popular Brasileira.