1998-2001
ARTE E RELIGIOSIDADE NO BRASIL- HERANÇAS AFRICANAS
ESCULTURAS
Período: 19 de fevereiro a 26 de abril de 1998.
FUTEBOL ARTE
Período: 19 de maio a 28 de maio de 1998.
ANTOINE BOURDELLE
ESCULTURAS EM BRONZE DA COLEÇÃO DUFET-BOURDELLE EM PARIS.
Período: 4 de junho a 12 de julho de 1998.
Na Casa França-Brasil Hércules Arqueiro encontra naturalmente
seu lugar, assim como o Centauro ou os bustos de Madame Vargas-Petit. Antoine
Bourdelle nunca veio ao Rio, entretanto poderia conhecer aqui uma imensa glória.
Poucos sabem, de fato, que o projeto do Cristo Redentor do Corcovado por pouco
foi de sua autoria, tendo sido afinal de seu compatriota Paul Landowski. Encontramos
no entanto uma obra monumental do mestre na América do Sul, mais exatamente
em Buenos Aires. Foi Bourdelle quem esculpiu e fundiu a estátua eqüestre
do General Alvear, instalada na Plaza de la Recoleta.
JOHN NICHOLSON
PINTURAS
Período: 30 de julho a 30 de agosto de 1998.
LUIZ PHILIPPE CARNEIRO DE MENDONÇA
Período: 11 a 30 de agosto de 1998.
COLEÇÕES DO GOVERNO DO ESTADO
PALÁCIOS E MUSEUS - ACERVO BANERJ
PINTURAS
Período: 4 de setembro a 4 de outubro de 1998.
O acervo BANERJ é constituído por mais de 800 obras de arte, colecionadas
nos últimos 30 anos e que incluem Guignard, Di Cavalcanti, Visconti,
Fayga, Anna Letycia, Cícero Dias, Panceti, Inimá, Goeldi, Bianco,
entre outros.
TEORIA DOS VALORES
Período: 14 de outubro a 14 de novembro de 1998.
Dezessete artistas apresentando temas relacionados a valor monetário.
TRADIÇÃO E TRANSIÇÃO
O DESIGN DE CLAUDIA MOREIRA SALLES
Período: 12 a 15 de novembro de 1998.
Usando materiais tão diversos quanto palinha, cerâmica, pergaminho,
camurça, alumínio e uma extensa variedade de madeiras nativas,
Claudia criou móveis para um tempo de transição, revalorizando
o patrimônio artesanal brasileiro em madeira.
GOELDI - GRAVURAS, DESENHOS E MATRIZES
Período: 23 de dezembro de 1998 a 12 de fevereiro de 1999.
Administração Ana Lúcia Magalhães Pinto
Período: 28/01/99 a 27/03/01
"PIERRE VERGER - FOTOGRAFIAS"
PIERRE VERGER - FOTOS INÉDITAS
PIERRE VERGER - O MENSAGEIRO
FOTOGRAFIAS
Período: 6 de abril a 9 de maio de 1999.
Pierre Fatumbi Verger, o fotógrafo errante que virou as costas ao mundo
que lhe era familiar para percorrer outros mundos, foi um mestre do silêncio,
o silêncio necessário para que a diferença seja vislumbrada.
TEMPO LATINO/AMÉRICA
CHICO LIBERATO
PINTURAS E ESCULTURAS
Período: 31 de maio a 16 de julho de 1999
Sua pulsão criativa resulta em um fluxo ininterrupto de imagens que jorram
e inundam suas telas sem deixar lugar para o vazio e o silêncio. Estrutura
caleidoscópica. Suas telas são um somatório de experiências
criativas, herança de múltiplas atividades desenvolvidas nas últimas
três décadas.
RETROSPECTIVA CAMPANA
MÓVEIS E OBJETOS
Período: 1º de junho a 16 de julho de 1999.
Exposição de 57 móveis e objetos (1989-1999) dos designers
Fernando e Humberto Campana. Os artistas utilizam materiais “pobres”
como o papelão, o plástico bolha e a vassoura de piaçava
para construir móveis e objetos, que se destacam pela beleza e a originalidade.
CARIOCAS: EFÊMERAS INTIMIDADES
Período: 29 de junho a 16 de julho de 1999.
60 fotografias do francês Patrick Bogner, apresentando o tema da cultura
negra no Rio de Janeiro.
CEP 20.0000
Período: 6 a 22 de agosto de 1999.
Música, Poema, Performance, Teatro e Dança. Cerca de 200 artistas
se apresentaram na Casa França-Brasil mostrando do rock à música
aleatória de vanguarda, do hip-hop ao samba, do power-poesia ao balé
e ao circo.
LABIRINTOS DE BORGES
Período: 6 a 26 de agosto a 1999.
Exposição comemorativa do centenário do nascimento do escritor
argentino Jorge Luis Borges, incluindo mostra de vídeos, ciclo de palestras,
lançamento do volume III das Obras Completas de Borges e do número
especial da revista Literária Remate de Males (Ed. Unicamp).
MOSTRA RIO GRAVURA
CHAGALL, MIRÓ, DERAIN, DAUNIER, SHIRÓ
Período: 2 a 26 de setembro de 1999.
Eminentes artistas franceses como Derain - um mestre do fauvismo - e Daumier
- o inventor da sátira política moderna e elogiado por Baudelaire.
E ainda artistas que viveram e extraíram suas obras do espírito
francês, inovador e renovador, como Miró e Chagall. Outro artista
é um brasileiro, Flávio Shiró, nascido no Japão,
que divide sua vida entre um ateliê perto do Beaubourg, em Paris, e outro
na Glória, no Rio de Janeiro.
CERÂMICAS DE PICASSO
Período: 6 dezembro de 1999 a 22 de janeiro de 2000.
Exposição de peças feitas em cerâmica durante um
período de 20 anos, iniciados em 1947, quando Pablo Picasso mudou-se
para o sul da França. Nesta região mediterrânea, mais precisamente
em Vallauris, o artista inaugurou uma nova via em suas atividades, imprimindo
vida nova àquela arte milenar e transformando utensílios da vida
cotidiana em objetos de arte.
Da exposição constaram 116 peças, sendo 80 cerâmicas,
9 gravuras e 27 fotografias de André Villers.
BRENNAND
DESENHOS, OBJETOS, ESCULTURAS
Período: 30 de maio a 23 de julho de 2000.
Francisco Brennand é um dos mais importantes artistas do Brasil: ceramista
e escultor, participou das Bienais de São Paulo (XI, XVIII, XX), de Veneza
(44ª) e mereceu uma grande Retrospectiva (1993) na Staaliche Kunsthalle
em Berlim. O evento ofereceu ao público a oportunidade de conhecer uma
obra significativa e reconhecida como uma das mais importantes das últimas
décadas
SITUAÇÕES: ARTE BRASILEIRA - ANOS 70
ARTES PLÁSTICAS – FILMES – VÍDEOS – POESIA
– DOCUMENTOS
MOSTRA DE VÍDEOS E FILMES (SUPER 8, 16MM E 35 MM)
FÓRUM DE DEBATES.
Período: 17 de agosto a 1º de outubro de 2000.
Exposição com obras de 30 artistas expoentes da geração
60-70 (Cildo Meireles, Tunga, Waltércio Caldas, Nelson Lerner, Antonio
Dias, Carlos Vergara e Antonio Manuel.)
O que alimenta e marca este movimento multifacetado dos últimos cinqüenta
anos é a consciência da arte como atividade inexoravelmente vinculada
ao pensamento, tendo este vínculo como condição o diálogo
ininterrupto entre o artista e o público. A exposição Situações:
arte brasileira - anos 70 revelou os acertos, as incertezas e as contradições
que permearam as formulações empreendidas por nossos artistas
no sentido de concretizar as propostas então em vigor.
MOSTRA DO REDESCOBRIMENTO – BRASIL + 500
NEGRO DE CORPO E ALMA
Período: 9 de outubro de 2000 a 14 de janeiro de 2001.
A mostra Negro de Corpo e Alma, sob a curadoria de Emanuel Araujo, propôs
uma grande discussão sobre as relações raciais em nosso
país, com o objetivo de detectar padrões que determinaram, ao
longo dessa história, a convivência entre brancos e negros no Brasil.
Negro de Corpo e Alma apresentava-se como uma metáfora para tratar de
um dos temas mais difíceis da cultura nacional.
A Mostra reuniu gravuras, pinturas, fotografias e objetos dos séculos
XIX e XX de artistas negros ou relacionados com a cultura negra.
FRANZ WEISSMANN
ESCULTURAS
Período: 19 de março a 20 de maio de 2001.
Franz Weissmann é um criador radicalmente exemplar: é o mestre
na eliminação dos excessos e artifícios para atingir o
cerne, a última redução do concreto. Neste percurso não
há meias soluções e o ponto de tensão é o
ponto de fusão. Mesmo a questão controversa da cor, considerada
por alguns como elemento distinto sobreposto à escultura, é resolvida
cristalinamente na obra de Weissmann, quando esta a incorpora em relação
à forma.
Administração Dalva Lazaroni de Moraes
Período: 28/03/01 a 31/12/02
COLAGENS – INÊS ARANTES
Período: 13 a 18 de julho de 2001.
Na obra de Inês Arantes o ato de reunir elementos aparentemente díspares
sobre uma superfície reflete uma maneira de reorganizar seu mundo. Nesta
exposição estiveram reunidas colagens selecionadas pela artista,
que constituem um fragmento de seu trabalho.
ARPAD SZENES + VIEIRA DA SILVA - PERÍODO BRASILEIRO
PINTURAS
Período: 30 de julho a 30 de setembro de 2001.
A exposição Arpad Szenes + Vieira da Silva, período brasileiro
reuniu 99 trabalhos, entre pinturas e desenhos, produzidos pelos dois artistas
durante o período compreendido entre 1940 e 1947, quando estiveram exilados
no Brasil fugindo à perseguição nazista. Comprometidos
com a vanguarda de seu tempo, os dois artistas participavam ativamente do debate
sobre o alcance da arte abstrata junto ao público e, consequentemente,
sobre o papel social da arte naquele momento em que a Europa vivia uma grave
crise.
DEVOÇÃO E ESQUECIMENTO - PRESENÇA DO BARROCO NA BAIXADA
FLUMINENSE
ESCULTURAS
Período: 19 de novembro a 16 de dezembro de 2001.
A colonização das terras do recôncavo da Baía de
Guanabara foi contada através da história e da arte das devoções
que povoaram pioneiramente a região da Baixada Fluminense. Este acervo
é um testemunho valioso da formação do nosso imaginário
popular e do início do Brasil como um país culturalmente religioso.